BUMMMM! Uma explosão de testosterona. É assim que eu me sinto quando acordo de pau duro, dou aquela coçada no saco, abro a geladeira, bebo água na boca da garrafa, dou um arroto e vou mijar. É como se eu estivesse dando a partida no motor. Particularmente, esta é a minha forma de acordar. É um padrão estabelecido por mim que carrego por muitos anos. Como não gosto de escrever algo isolado, hora de generalizar. O homem ao longo de sua vida de solteiro vai adquirindo diversas manias que, cá entre nós, é inevitável. Ele chega do trabalho, sai jogando roupa pra tudo quanto é lado, deita no sofá e vai ver o canal de esportes. Quando ele faz isso, ele quer unicamente relaxar e aproveitar os poucos minutos de programação masculina na TV (80% da programação é voltado para o público feminino). Abrir uma cerveja, dar aquele arroto seguido daquele peido estalado e contínuo, dar uma risada e sair de perto do lugar de onde peidou porque o fedor está demais, lhe dá uma sensação de dever cumprido e de total liberdade. O homem cresce assim, exteriorizando sua masculinidade sem pudor. Mas há momentos em que isso se torna muito incoveniente, principalmente se ele estiver pegando aquela gata que ele sempre queria pegar. Mas isso vale também para namoradas, esposas, enroladas, prostitutas, vizinhas, amigas do sexo e até a avó. Entretanto, ele sempre faz. Há inclusive algumas teorias masculinas utilizando estes artifícios que testam o amor de quem está do seu lado. Vou explicar esta técnica rapidinho e logo retomo o raciocínio.

Homens, quer saber se a mulher gosta mesmo de vocês? Dê aquela beiçada em uma feijoada, tome aquela cerveja agressiva, saia com ela quando o dia estiver em, pelo menos, uns 35°C. Suba os vidros do carro, desligue o ar condicionado, e dispare a melhor flatulência por ti produzido. Se ela olhar na sua cara no dia seguinte, ela te ama. Retomando…

O homem desde cedo adquire esses hábitos. Ele cresce com isso. Como mudar isto da noite pro dia? Não dá. Justamente por isso, a mulher sofre muito neste período de transição. Imaginem a cena, mulheres:

“Você conhece aquele cara bacana, começa a sair com ele. Leva o rapaz na sua casa, apresenta como namorado. De repente, bate aquela pressão no intestino, onde gases maléficos estão escabeceando a cueca pra sair. Na primeira oportunidade, ele vai dar uma disfarçadinha e usar a técnica do ”Silence Flatulence”, ou seja, uma pequena concentração, um excelente posicionamento e a liberação silenciosa do peido. Você ouvirá o grito do seu pai: ‘Porra muié, to sentindo cheiro de rato morto.'”

Não, não é um rato. É seu novo namorado, baby! Pode dar uma risadinha de canto de boca que eu tenho certeza que já aconteceu algo parecido com vocês.

- Ahh, então foi isso?

Sim, foi isso. O motivo que seu pai nunca ter encontrado o rato morto, era porque o rato estava dentro do seu namorado.

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